Uma notícia circulou esta semana e, se você tem uma rede de lojas de moda, vale parar um minuto para ler com atenção.
O Grupo Inditex, responsável pela Zara, Bershka, Stradivarius, Massimo Dutti e Oysho, anunciou o encerramento de 136 lojas físicas ao redor do mundo.
À primeira vista parece má notícia para o setor. Mas não é. É um sinal claro do que os maiores do mundo enxergam no horizonte. E o que eles enxergam vai mudar o varejo de moda para sempre.
Eles não estão fechando porque estão perdendo. Estão fechando porque descobriram um jeito melhor de vencer.
O que a Inditex está fazendo, de verdade
As lojas que estão sendo encerradas são as menores, as que ficam em localizações secundárias, as que não têm espaço para o que vem por aí. No lugar delas, o grupo está abrindo lojas-âncora: espaços maiores, em pontos de altíssimo fluxo, com tecnologia de ponta.
Essas novas lojas não são só pontos de venda. Elas são centros de experiência, de entrega, de devolução e de conexão com o cliente digital. O consumidor compra pelo celular à noite e retira na loja no dia seguinte. Troca o que não gostou sem papelada, em qualquer filial. Recebe em casa a partir do estoque da loja mais próxima de onde mora.
A loja física deixou de ser apenas onde a venda acontece. Ela virou o nó central de uma rede que conecta o app, o site, o estoque em tempo real, o histórico do cliente e a logística de última milha. Quem não tiver essa conexão vai parecer ultrapassado aos olhos do consumidor moderno.
E para quem tem uma rede no Brasil ou na América Latina?
Aqui está a parte que realmente interessa. Esse movimento da Inditex não é um privilégio de empresa bilionária. É uma resposta a um comportamento de consumidor que já chegou ao Brasil, à Colômbia, ao Chile, ao México.
O seu cliente já faz isso. Ele pesquisa no Instagram, visita o site, vai à loja para experimentar, compra pelo app, manda de volta pela transportadora. Ele quer que essas experiências sejam contínuas, como se fossem uma coisa só. Quando não são, ele percebe. E vai embora.
A pergunta que fica é simples e direta: a tecnologia que sustenta a operação da sua rede está pronta para esse consumidor?
As dores que ninguém fala abertamente, mas todo mundo sente
Toda vez que conversamos com gestores de redes de moda no Brasil e na América Latina, as queixas são as mesmas. Não são queixas de mercado. São queixas de operação interna que se acumulam em silêncio.
- O estoque do site não bate com o da loja, e o cliente já chegou para buscar o que comprou online.
- Abrir uma nova filial é um projeto de meses: sistemas, cadastros, treinamento, configurações que não param.
- Cada bandeira do grupo funciona num sistema diferente, com relatórios que não se conversam.
- O programa de fidelidade não reconhece o cliente quando ele visita uma loja em outra cidade.
- Quando a internet cai, o caixa para. E a fila cresce.
- A coleção nova chegou, mas o time de compras ainda não tem clareza de qual loja vendeu mais o quê no mês anterior.
Essas dores existem porque a tecnologia que sustenta a operação não foi feita para esse modelo. Foi feita para um varejo que não existe mais.
A Inditex não está te ensinando uma nova estratégia. Está te mostrando o custo de não ter a tecnologia certa.
Existe solução para isso no Brasil e na América Latina?
Existe. E está funcionando. Redes globais de moda premium que operam em dezenas de países já fazem isso com o Retail Pro Prism, que é hoje o sistema de gestão de varejo especializado mais usado no mundo: mais de 9 mil varejistas, em 130 países, em 54 mil lojas.
Mas há um detalhe que faz toda a diferença: o Retail Pro Prism só funciona de verdade no Brasil e na América Latina porque foi localizado para isso. Aqui, a RPro Brasil, operação da PA Latinoamericana para soluções de varejo, fez o trabalho que nenhum parceiro genérico faz.
Preparou o sistema às obrigações fiscais de cada país, do SPED, NFCe, NF-e, IBS, CBS no Brasil à DIAN na Colômbia, ao SII no Chile. Integrou os meios de pagamento locais, do Pix ao PSE. Conectou às transportadoras, marketplaces e plataformas de e-commerce da região. Não é uma promessa. É o que já está rodando em operações reais no Brasil e na América Latina.
E o resultado, na prática, é uma operação que funciona com a mesma inteligência das grandes redes globais, para o tamanho da sua rede, no seu mercado, com a sua realidade fiscal e regulatória.
- Estoque unificado entre todas as filiais em tempo real, com loja, site e marketplace enxergando a mesma informação.
- Nova loja configurada centralmente e no ar em horas, sem depender de equipe técnica no local.
- PDV que opera mesmo quando a internet cai e sincroniza tudo automaticamente quando a conexão volta.
- O cliente é reconhecido em qualquer loja do país, com todo o histórico disponível para o vendedor.
- Múltiplas bandeiras do grupo gerenciadas numa plataforma só, com autonomia para cada marca e visão consolidada para a holding.
- NF-e, NFC-e e obrigações fiscais locais emitidas diretamente pelo sistema, sem gambiarra e sem intermediário.
O momento certo para agir é agora
A Inditex está movendo suas peças. Seus concorrentes locais, em algum momento, também vão mover. O ponto não é corrida. O ponto é que a transformação leva tempo, e quanto antes você começa a construir uma operação integrada, menos custoso e menos traumático é o processo.
Redes que esperaram demais fizeram a transição às pressas, com custo alto e resultado abaixo do potencial. Redes que começaram cedo estão colhendo agora: mais eficiência, cliente mais fiel, vendas crescendo em todos os canais ao mesmo tempo.
Se você leu até aqui, provavelmente já sabe que chegou a hora. A pergunta agora é só: por onde começar?
A RPro Brasil é a operação da PA Latinoamericana dedicada a soluções de varejo no Brasil e na América Latina. Somos especialistas em varejo de moda multi-filial e levamos ao mercado latinoamericano a mesma plataforma usada pelas maiores redes de varejo do mundo, com toda a localização fiscal, de pagamentos e de integrações que a região exige. Fale com um especialista.



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